I'M IN LOVE WITH:

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esta imagem linda com essa luz espetacular, tirada de algum lugar da WEB lindo...

6 de fevereiro de 2012

RELATO DE PARTO DO MEU BLOG - BLOGAGEM COLETIVA

A convite das queridíssimas do Mamatraca resolvi contar um pouco como nasceu o blog da Mamma Mini.
Tudo começou após eu e a Adri começarmos a trabalhar com a marca Mamma Mini. No momento de estruturação da marca a gente sabia que teríamos que criar um site, um blog e um endereço de twitter. O facebook só veio depois. Como estávamos investindo em outras prioridades o site acabou vindo depois também. Foi então que criamos o blog. Uma ferramenta importante e GRÁTIS para divulgar a marca e conversar com as mães.
Porém a Adri já tinha um blog e era super familiarizada com a vida de blogar. Já eu, era um ET no mundo dos blogs e não entendia nadica de nada. Mas quando comecei a escrever o blog tomei gosto pela coisa. E os posts ao invés de comerciais foram se tornando papo de mãe mesmo, desabafo, compartilhamento. O que era pra ser divulgação virou terapia e motivos de vários DR's entre nós duas sobre o real papel do BLOG na vida da Mamma Mini e de nós duas.
Foi então que resolvi deixar o blog ser o que ele havia se tornado: um espaço pra conversar, dividir e trocar experiências com outras mães. Eu não imaginava o que era a blogosfera materna, só fui entender isso depois de meses blogando. Tinha dias que eu passava boas horas imersa em blogs e mais blogs, uns que levavam a outros que levavam a outros e nunca acabava o ciclo... ufa...
Mas eu também tinha milhões de outras coisas para fazer e comecei a me policiar e postar apenas semanalmente... mas neste semanalmente eu precisava da disciplina e controlar minha ansiedade de visitar os blogs amigos... saber como estava todo mundo, as atualizações... enfim... essas pessoas acabam virando seus amigos de verdade, portanto saber delas é necessário...
Confesso que com a gravidez e o nascimento do Beny, o blog ficou bem de lado. Não consegui me dedicar ao blog com a agenda lotada pelas mamadas e o revezamento 2x2 David Beny, plus euzinha e minhas tarefas de casa e pessoais, plus marido... enfim... infelizmente o blog ficou em 2, 3 ou 4 plano e eu me afastei. Hoje consigo postar meio que a cada 2 ou 3 semanas, ás vezes 4. Com isso meus leitores vão voando por outras bandas, ás vezes aparecem por aqui ás vezes não. Ás amigas idem. As vezes vem, ás vezes não e tá tudo certo.
O espaço do blog é este, para que eu possa falar, dividir, contar. Adoro quando obtenho retorno de vcs e tenho dicas preciosíssimas que já me ajudaram e infinitas situações da minha vida de mãe. Mas respeito muito o espaço de cada um também, acho que a obrigação não é legal, o momento "comenta no meu que eu comento no seu" também não é e ser uma mãe blogueira é estar sujeita a alterações climáticas no blog...rs (chuva, tempestade, sol, calmaria, vento, tsunami e por aí vai)
Ser mãe e achar tempo pra blogar além de trabalhar e cuidar dos filhos é um privilégio.
E sou muito muito feliz com este blog e com as pessoas que eu conheci através dele. E com as oportunidades pessoais e profissionais que vieram com ele.
Ele nasceu, cresceu e está aqui lindo em um momento bem tranquilo, pra equilibrar com o momento agitado da maternidade em que eu me encontro, mas assim deve ser.
Como um filhote, cuido com amor deste espaço e são todos muito bem vindos hoje e sempre.
Hoje uma felicitação especial pra minha amiga Lú Azevedo (mais uma querida ilustre persona da blogosfera materna internacional) pelo nascimento da sua linda linda linda Lily! Parabéns Lú, que essa florzinha ilumine mais ainda seu jardim! Beijo bem grande

1 de fevereiro de 2012

A ARTE DE SE DIVIDIR...

Saber se dividir é uma arte. Se doar também. Ser mãe é exercer o amor e a doação diariamente. Ser mãe de dois é exercer além do amor e da doação diárias, a arte de se dividir também. Saber se dividir é uma arte que requer prática e habilidade. E o resultado só é obtido com algum tempo de exercício. Tenho praticado diariamente o exercício da "divisão" minha de mim mesma para os meus filhos. Na maior parte do tempo estou com um deles ou com os dois. E nos momentos em que estou com um deles preciso explicar para o outro (muito mais pro David off course) porque vou estar com o outro naquele momento. No caso do Beny tenho que dizer para o David: "a mamãe vai dar banho no Beny, mamá e colocar para dormir ok?" Algumas vezes ele entende e outras questiona o porque não posso brincar com ele de estacionamento de carros ao invés de dar mamá para o Beny?
Sempre explico que o Beny precisa ser amamentado porque ele não sabe comer uma bisnaguinha sozinho... sempre uso o exemplo da bisnaguinha porque o David ama bisnaguinha...rs E algumas vezes ficamos os 3, ou melhor os 4 (a Twiggy também) enquanto eu amamento o Beny a noite para depois colocar para dormir... ficamos juntos no micro quartinho do Beny: o David brincando no chão com os carros, ou contando histórias e eu na cadeira de amamentar com o Beny (e a Tutu no tapetinho). Esta cena é bonita mas nem sempre ideal. Porque a brincadeira do David é sempre em bom som (gritaria) e acorda ou assusta o Beny SEMPRE. Eu acabo preferindo ter um momento só meu e do Beny amamentando ele tranquilinha no escurinho pra depois ele já cair nos braços de "morfeu". Porque também acho justo eu ter alguns momentos só com ele. Sem culpa. Eu e o Beny. Assim como eu tenho meus momentos (muitos) só eu e o David. Assim explico pra ele, que já ficamos juntos vários momentos e que o Beny tem direito de ficar um pouco com a mamy também. Que é justo.
Assim vou me dividindo entre um e outro, exercendo a arte de não magoar e de não me magoar, afinal também sou pessoa. Estou fazendo tudo em nome do amor maior por eles, para eles, mas é claro que nisso cabe também ensina-los que tenho vontade própria e muito amor para eles, e que alguns momentos são de um, alguns momentos são do outro, alguns momentos são nossos e alguns momentos são só meus. Tudo bem que nos momentos só meus a culpa sempre vai vir, mas eu já aprendi a conviver com ela. A culpa nasce junto com o bebê. E cresce junto com ele também.
O Ensinamento de dividir a atenção para multiplicar o amor é fundamental. Acho que o David tem melhorado porque tem percebido que o mundo não gira somente em torno dele e que as coisas não acontecem imediatamente na hora que ele quer. Ele tem que esperar a vez dele, assim como o Beny (meu pequeno budha) espera tranquilamente pela sua vez. E tenho explicado muitas vezes que agora não dá, que ele vai precisar esperar a mamy terminar isso ou aquilo para poder atendê-lo. Ele acaba desenvolvendo sua criatividade e brincando bastante sozinho (coisa que ele não fazia antes) e falando sozinho no mundinho dele inventando brincadeiras e mais brincadeiras. Isso é super positivo. O David gosta de tudo o que é do Beny. E a gente libera. Sempre. Ele quer os brinquedos do Beny, sentar na cadeirinha treme treme, deitar no play, entrar no berço e por aí vai... o acesso é liberado. Talvez por isso a relação deles seja ótima. É claro que o David tem ciúmes, mas mais da nossa atenção do que do Beny materializado pessoa. Se o Beny da risada o David acha graça. Se o Beny me faz rir ele também acha graça. Se eu faço o Beny rir ele quer fazer também, portanto a felicidade só contagia e não atrapalha. É muito gostoso.
E assim vou provando do sabor de dividir para multiplicar. Todos os dias.
E vc, já se dividiu por amor?

23 de janeiro de 2012

SOBRE O SONO...

Eu tive o David, e uma das coisas que me dava mais prazer era embalar o pequeno para faze-lo dormir. Era algo tão delicioso ficar olhando para aquela carinha que ia aos poucos fechando os olhinhos e se entregando ao sono profundo. Embalava ele ao som de canções de ninar, com luzinha baixa, lembro até do cheiro daquela época.
Mas aí ele foi crescendo, ficando mais pesado e resistindo cada vez mais ao sono. Haviam dias em que eu ficava irritada porque ficava ali por mais de 1 hora e nada de ele dormir. Aí trocava com o marido e ele chorava, depois destrocava e ele dormia, vencido pelo cansaço. Até hoje o David tem dificuldade para dormir sozinho. Exceto quando está cansado. Aí ele cai em qualquer lugar no sono profundo. Por dias esse motivo sono me tirou o sono, literalmente. Sempre fiquei preocupada com a "má educação" do meu filho para dormir. Sem falar que se por ventura ele acordar a noite (o que não acontecia ha muito tempo, mas agora que ele não usa fraldas noturnas e levamos ele ao banheiro a noite, ás vezes ele desperta) ele vem direto pra minha cama. Não volta pra dele, só quando a gente vai lá e coloca ele depois de ele adormecer na nossa.
Isso tudo se deve a minha paixão por fazer bebês dormirem no meu colo? Isso tudo porque até 1 ano e 8 meses eu fazia ele adormecer no meu colo? Sim, acho que sim. Mea Culpa.
E aí eu já ouvi muito por isso. Mas como não dar colo para um bebê chorando por companhia e atenção? Não consigo. Já tentei, mas não rola. Já ouvi que preciso fechar a porta e não aparecer, que na época do berço deixa chorando um pouco, depois o pouco vai diminuindo até se acostumar e aprender a dormir sozinho, mas nunca consegui fazer isso. Nunca consegui deixar o David chorar sozinho por 1 minuto sequer. Sempre voei para o quarto dele ao primeiro barulhinho. Então após termos nos livrado da fralda diurna, mamadeira, fralda noturna e chupeta, eis que nossa próxima meta é ensinar nosso filho de 3 anos e meio a dormir sozinho na cama dele.
Aí veio o Beny. E com ele a minha promessa de que tudo seria diferente. De que eu colocaria ele no bercinho diria boa noite e sairia. E de fato eu fiz isso. Algumas vezes. E ele ficou quietinho. Mas aí o mini pessoa começa a crescer e mostrar a que veio. E ele não veio pra ficar sozinho. Até que ele é um mocinho que dorme no próprio quarto no berço desde o primeiro dia na nossa casa.
Mas isso o David também fazia e não adiantou muito...
Durante o dia o Beny adormece brincando no tapetinho de atividades, ou na cadeirinha tremetreme, ou no colo, ou no sling, ou no carrinho passeando... Já a noite, ou ele adormece mamando na cadeira de balanço, ou se ele continuar acordado após mamar, ele adormece no meu colo. Eu revivendo aqueles momentos deliciosos de embalar meu filhote antes de dormir. Aí coloco no berço. Algumas noites ele fica bem, lá acordadinho e de repente quando eu volto pra ver ele já adormeceu. Outras noites (na maioria caso ele não tenha adormecido mamando) ele reclama até eu aparecer no quarto, e aí ele para. Aí eu saio e ele reclama. Eu volto e ele para. E assim ficamos. Até que eu decida insistir em deixá-lo no berço ou pegar no colo e fazer dormir. Faço as duas coisas, então em teoria já estou melhor do que eu era com o David. Mas estou longe de ser do jeito que eu pensava que eu seria, ou do jeito que eu almejava ser com o Beny.
Sou a mãe que gosta de ninar seus bebês. E depois eu me ferro. Tenho a sorte (bate na madeira 3x) de ter filhos que dormem bem. Mas não se pode ter tudo. Ou até se pode, mas o preço é alto. Pelo menos para mim.
Sweet dreams!

9 de janeiro de 2012

A MORTE E O CALENDÁRIO

E aí o ano começou. Calmo como o ano todo deveria ser. Mas sei que isso muda. Pelo menos por enquanto, no primeiro dia pós férias eu quero manter o clima de calmaria que me acompanhou por essa temporada. Quieta, no meu pequeno paraíso, desconectada de telefone e internet. Bom pra desacelerar. Bom pra curtir as crias e a natureza ao máximo. Bom demais.
Agora força na peruca para não enlouquecer nas férias presa no apartamento com uma criaturinha de 3 anos e meio cheia de energia e muita alergia de picadas de insetos (help!) e amamentando um baby lindo fofo e gordo de 3 meses de mais ou menos 3 em 3 horas ( ou seja não dá pra fugir com o de 3 anos e meio por muito tempo por causa das mamadas do baby).
No meio de toda essa calmaria certo dia todo mundo se depara com o assunto MORTE. Cedo ou tarde ele aparece e infelizmente a morte é a única certeza que existe. Eu sempre tento "florear" um pouco sobre a morte quando o David me faz perguntas de "difíceis" respostas.
Acho que para a criança, lidar com esse assunto é um tanto quanto esquisito ou desnecessário, até que acontece com alguém que a criança conheça ou fique sabendo... então apesar de polêmico, é algo natural da vida, que eu tenho uma grande dificuldade em lidar.
Quando o David me perguntava sobre o meu pai (que faleceu há exatos 29 anos) eu sempre disse que ele "virou estrelinha". E a questão da "estrelinha" foi tomando proporções mais verdadeiras com o passar do tempo e com a evolução do vocabulário do David e das suas perguntas.
Aí este final de semana estávamos no carro indo para a casa da minha avó e ele me perguntou se ela tinha um cachorro. Eu respondi que ela tinha mas que ele já tinha morrido e virado "estrelinha" se ele não se lembrava dele, era o Buckão. Aí ele disse que se lembrava e ficou pensativo... depois me disse"
"_ Mamãe, a gente não quer que ninguém da nossa família vire estrelinha né?"
E eu disse que não. Mas que era inevitável quando as pessoas e bichos ficavam muito velhos isso acontecia. Aí ele me perguntou se a Twiggy (nossa cachorra de 9 anos) era muito velha...
Eu disse que ela era um pouco velha mas que ela ainda iria brincar muito com ele antes de virar estrelinha.
Ele me disse que não queria que ela virasse estrelinha nunca.
Eu disse que ele não precisava se preocupar porque isso demoraria pra acontecer. E que caso acontecesse nós teríamos uma outra cachorrinha pra entrar em nossas vidas e nos acompanhar.
Ele me disse que não queria nenhuma outra cachorrinha, só a Twiggy.
Assim encerramos o assunto. Fiquei pasma com as reflexões daquela cabecinha loira linda.
Eu encarei a morte muito cedo, tinha 4 anos quando meu pai morreu. E posso dizer que é muito chato lidar com isso tão cedo na vida... Eu nunca me recuperei e nunca vou me recuperar do baque da morte do meu pai em um acidente de carro aos 27 anos. Porém eu aprendi a conviver com a dor que vai amenizando a cada ano que passa. Esquecer a gente nunca esquece.
Eu espero bravamente com todo meu coração que meu filho entre em contato com a morte pelas leis naturais da vida, e que as pessoas que ele conhece e ama e os bichos também virem estrelinha só no final de uma vida bem longa e bem vivida. Isso é um desejo.
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Estou participando de um calendário delicioso criado pela Van do blog Coisas Minhas que é o CALENDÁRIO DA MAMÃE BLOGUEIRA. São 10 mães blogueiras que foram escolhidas por ela para falar sobre resoluções para 2012. Eu estarei lá no mês de julho. Passapra saber sobre tudo o que vai rolar nos mínimos detalhes. Vai ser o máximo! E o calendário será ilustrado pelo Cabelo que tem um trabalho lindo.
Feliz 2012 pra todo mundo!

27 de dezembro de 2011

FÉRIAS!

Este blog vai entrar de férias. E a Mamma Mini também. Retomaremos nossas atividades a partir de 10 de janeiro. Enquanto isso serão dias de "sol" (?), descanso e muito grude com meus meninos. Desejo toda a felicidade do mundo para as minhas queridas amigas da blogosfera materna e para todas as mães do planeta (com blog ou sem blog), que 2012 seja um ano espetacular, que todos os seus sonhos se realizem e que todos os "filhos" tenham muita saúde. Pois isso é o que realmente importa.
E que tenhamos tempo para bloggar ou que tenhamos tempo para desconectar.
FELIZ 2012, feliz férias, feliz dias com os filhos, feliz dias com o amor da vida, FELIZ TUDO!
beijos